Os documentos digitais disponíveis na aplicação móvel id.gov, uma carteira digital, como a carta de condução ou o cartão do cidadão, já têm o mesmo valor jurídico dos documentos físicos, segundo legislação já em vigor.
Os documentos digitais disponíveis na aplicação móvel id.gov, uma carteira digital, como a carta de condução ou o cartão do cidadão, já têm o mesmo valor jurídico dos documentos físicos, segundo legislação já em vigor.
A GNR de Sousel recuperou, no passado dia 23 de Janeiro, um telemóvel que tinha sido furtado.
A GNR de Campo Maior deteve quarta-feira, dia 3 de Janeiro, uma mulher, de 31 anos, por furto de um telemóvel.
A GNR e a PSP registaram na semana passada 13.946 infrações rodoviárias em todo o país, das quais 775 relativas ao uso do telemóvel durante a condução, no âmbito da campanha “Ao volante, o telemóvel pode esperar”.
A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), a GNR e a PSP lançam na terça-feira uma campanha de segurança rodoviária para alertar os condutores para as consequências, por vezes fatais, do uso indevido do telemóvel durante a condução.
As autoridades vão desenvolver entre segunda e quinta-feira a campanha "Ao volante, o telemóvel pode esperar", com o objetivo de alertar os condutores para as consequências negativas do uso indevido do telemóvel durante a condução, revelou este domingo, 26 de março, a GNR.
O Comando Territorial de Portalegre, através do Posto Territorial de Avis, no dia 7 de março, deteve em flagrante um homem de 20 anos, por burla através da aplicação MBWay, no concelho de Avis.
Se recebeu um “Olá Pai” ou “Olá Mãe” no WhatsApp de um número desconhecido é provável que esteja a ser alvo de burla. O esquema não é novo, mas circula mais que nunca em Portugal.
A fiscalização do uso do telemóvel durante a condução vai intensificar-se durante a próxima semana com uma campanha promovida pela Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), pela Guarda Nacional Republicana (GNR) e pela Polícia de Segurança Pública (PSP).
A delegação do Alentejo da DECO - Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor denunciou à Autoridade Nacional de Comunicações (Anacom) a alegada “fraca qualidade do serviço” de comunicações electrónicas existente numa aldeia da região.