“Um debate é uma troca de conhecimentos. Uma discussão é uma troca de ignorâncias.” - atribuído a Robert Quillen.
“Um debate é uma troca de conhecimentos. Uma discussão é uma troca de ignorâncias.” - atribuído a Robert Quillen.
Não sei se já repararam, mas em várias livrarias e postos comerciais, um dos livros que insiste em manter-se no topo das vendas é o “Pai Rico, Pai Pobre” de Robert T. Kiyosaki. Compreendo a posição e o entusiasmo de quem o adquire: vão à procura fora daquilo que não lhes é ensinado na escola.
Mais do que estarmos diariamente informados sobre o que está a acontecer no país e no mundo, creio que é, cada vez mais, fundamental avaliar e refletir, criticamente, sobre estes mesmos temas.
Não cresci com convicções num partido nem a ser militante por influência familiar. Porém, desde os 18 anos, tento que o meu voto seja o mais consciente possível.
Desde há alguns anos, que visito, quase diariamente, os bairros sociais da cidade e do Concelho de Elvas. Humildemente devo confessar e estou bem dentro das suas realidades e problemáticas.
Quero com isto dizer que vamos de borracha em punho, direitinhos à página em que estamos, apagamos o último número do ano e escrevemos o número que se segue.
Vi correr recentemente numa rede social partilhas com um pensamento específico e datado, já não apenas de nicho ideológico, o que me fez soar os sinais de que o descontentamento e admiração recentes em Portugal, ao longo destas semanas, corre entre a população (e de forma relativamente banalizada), num claríssimo efeito do que foram as suspeitas de corrupção entre membros do Governo.
Está para aprovação na especialidade mais um Orçamento Geral do Estado Português e, desta vez, a palavra agricultores vem mencionada 4 notáveis vezes.
A Sé de Elvas, durante a manhã de domingo, contemplou de frente uma moldura de carros clássicos de várias cores da época, de vários anos e com várias histórias acumuladas
Servem o PSD e o Chega para Oposição?