Não cresci com convicções num partido nem a ser militante por influência familiar. Porém, desde os 18 anos, tento que o meu voto seja o mais consciente possível.
Não cresci com convicções num partido nem a ser militante por influência familiar. Porém, desde os 18 anos, tento que o meu voto seja o mais consciente possível.
Desde há alguns anos, que visito, quase diariamente, os bairros sociais da cidade e do Concelho de Elvas. Humildemente devo confessar e estou bem dentro das suas realidades e problemáticas.
Quero com isto dizer que vamos de borracha em punho, direitinhos à página em que estamos, apagamos o último número do ano e escrevemos o número que se segue.
Vi correr recentemente numa rede social partilhas com um pensamento específico e datado, já não apenas de nicho ideológico, o que me fez soar os sinais de que o descontentamento e admiração recentes em Portugal, ao longo destas semanas, corre entre a população (e de forma relativamente banalizada), num claríssimo efeito do que foram as suspeitas de corrupção entre membros do Governo.
Está para aprovação na especialidade mais um Orçamento Geral do Estado Português e, desta vez, a palavra agricultores vem mencionada 4 notáveis vezes.
A Sé de Elvas, durante a manhã de domingo, contemplou de frente uma moldura de carros clássicos de várias cores da época, de vários anos e com várias histórias acumuladas
Servem o PSD e o Chega para Oposição?
Depois de um verão agitado, “O Elvas” Clube Alentejano de Desportos, após eleger uma nova equipa directiva, reuniu em tempo record, todas as condições para formalizar a inscrição da sua equipa de futebol sénior no Campeonato de Portugal de 2023/2024.
No meio de tanto que já se disse e escreveu sobre as Jornadas Mundiais da Juventude em Lisboa, chegou a minha vez de deixar mais uma reflexão. Não sei se será uma nova reflexão, mas uma certeza tenho: será num ângulo diferente e com um sentimento muito único e que só a mim diz respeito.
Num tempo de “cultura” rápida e descartável, como se caracteriza esta era pós-moderna ou, melhor dizendo, de consumos culturais instantâneos, na linha do que defendeu o pensador Zygmunt Bauman, da “modernidade líquida” - tratamos assuntos durante umas horas ou dias com todos os ânimos e na próxima semana já não sabemos o que foi falado na semana anterior -, importa talvez voltar aos clássicos da Literatura portuguesa e, assim, mundial.