Uma colisão entre um ligeiro de passageiros e um motociclo provocou hoje um morto e o corte da Estrada Nacional 2 (N2) entre as freguesias de Alcáçovas e Escoural, disse à Lusa uma fonte da GNR de Évora.
Uma colisão entre um ligeiro de passageiros e um motociclo provocou hoje um morto e o corte da Estrada Nacional 2 (N2) entre as freguesias de Alcáçovas e Escoural, disse à Lusa uma fonte da GNR de Évora.
O despiste de uma viatura na estrada entre Santa Eulália e Barbacena, no concelho de Elvas, provocou, na manhã de segunda-feira, dia 7, um ferido ligeiro.
Um homem e uma mulher, com cerca de 70 anos, ficaram feridos com gravidade na sequência do despiste de um veículo ligeiro de passageiros no Itinerário Principal (IP) 2, junto a Estremoz.
Um homem, de 51 anos, morreu hoje na sequência do despiste do veículo pesado de mercadorias que conduzia, no Itinerário Principal (IP) 2, junto a Nisa, revelou à agência Lusa a Proteção Civil.
Duas pessoas morreram e outras quatro sofreram ferimentos graves numa colisão entre dois automóveis, na Estrada Nacional (EN) 2, na zona de Escoural, no concelho de Montemor-o-Novo, revelaram o INEM e a Protecção Civil.
Um caçador, de 66 anos, sofreu ferimentos graves ao ser atingido pelo disparo alegadamente acidental da arma de caça de outro homem, no concelho de Ourique, revelaram a Protecção Civil e a GNR.
O ex-ministro Eduardo Cabrita e o “responsável pela segurança da comitiva” vão ser constituídos arguidos no processo do atropelamento mortal na A6, segundo o despacho do director do DIAP de Évora que reabriu o inquérito.
O DIAP de Évora determinou “a reabertura da investigação” no caso do processo do atropelamento mortal na A6, envolvendo a viatura do ex-ministro Eduardo Cabrita, para “apreciar a eventual responsabilidade de outras pessoas”.
A associação de Cidadãos Auto-Mobilizados (ACA-M) manifestou “satisfação” com a notícia da alegada reabertura pelo Ministério Público do processo do atropelamento mortal na A6 para investigar o ex-ministro Eduardo Cabrita por eventual homicídio negligente por omissão.
Uma mulher, de 63 anos, sofreu queimaduras graves num acidente de trabalho no concelho de Reguengos de Monsaraz e foi helitransportada para um hospital de Lisboa, revelaram a Protecção Civil e a GNR.