Mas também de Solidariedade e Humanidade
Mas também de Solidariedade e Humanidade
Quando cidades portuguesas comemoram publicamente o Ano Novo Chinês ou o fim do Ramadão, não deveriam os municípios continuar ou voltar a apoiar também as manifestações culturais da maioria da população?
Também eu me sinto da extensa família do “Linhas”; a dos colaboradores e dos leitores. Não faz muito tempo que partilhei por estas Linhas pequenos vislumbres do que me ia na alma, com todas as suas flores e tempestades.
Ao trabalhar como psicóloga clínica em meio escolar tenho reparado que muitos alunos estão assustados com aquilo que ouvem nas notícias, na escola, nos restaurantes… Enfim, em todo o lado. Com o agravamento da situação em Portugal e o consequente fechar das escolas, as crianças ressentem-se.
A fuga para páginas, blogs e etc. que não sejam os de referência não é solução. A informação é a melhor arma contra o novo coronavírus mas a desinformação pode condenar-nos
Muito se tem falado nos últimos tempos sobre olivais intensivos e superintensivos. Foram tema de campanha eleitoral nas legislativas e a discussão continua. Tudo fruto de algum eleitoralismo e de muita desinformação.
Talvez a epidemia venha para ficar, talvez seja mais séria do que inicialmente se previa. E agora homem, que vais fazer? Por fim ganhas coragem e reconheces que a vida, cujo controlo julgavas ter, não te pertence, como nada do que possuis te pertence também. Sais de casa a correr, contra todas as indicações de quarentena impostas pela consultora onde trabalhas, e arriscas.
Quem é mesmo aficionado vai a tudo, de manhã e à tarde. Mas assim perde-se a oportunidade de uma expedição gastronómica mais preenchida. Não dá para ir à corrida do meio dia e almoçar no Cristo. Em contrapartida, dá sim para jantar, se se conseguir mesa (o que não é nada fácil, principalmente ao sábado). [...] Conseguidos os bilhetes (às vezes a muito custo), só falta esperar pelos grandes dias da feira do toiro de Olivença.
O novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, chamado Acordo Ortográfico de 1990, e respectivo 2.º Protocolo Modificativo parecem ser daqueles casos em que se dá um nado-morto.
Às voltas com um estudo sobre a evolução da população portuguesa