Períodos de chuva ou aguaceiros, por vezes forte até início da manhã, por vezes de granizo e acompanhados de trovoada.
Períodos de chuva ou aguaceiros, por vezes forte até início da manhã, por vezes de granizo e acompanhados de trovoada.
Os efeitos do mau tempo prolongado não param de surpreender. E chocar. As sucessivas tempestades que se têm abatido sobre Portugal continental têm causado elevados danos patrimoniais e pessoais. A contabilização dos prejuízos já alcança números com muitos dígitos. As vidas humanas que se perderam, são a causa indireta e a mais trágica. Numa visão de conjunto, sobressai o poder da natureza que parece estar a medir forças (desproporcionais) com a mão humana. Ou a demonstrar, a duras penas, que os erros de ordenamento se pagam caros. O que parece evidente, ganha consistência quando observado por uma lente profissional. Carlos Correia Dias, arquiteto paisagista, em entrevista ao Linhas de Elvas, faz uma análise à desastrosa passagem das tempestades. Não tem dúvidas de que o desenvolvimento humano tem ignorado os limites da natureza, que acaba por "cobrar" esse custo através de fenómenos extremos. Embora não seja possível evitá-los, o especialista defende que "a prevenção, o ordenamento do território e o bom senso" são fundamentais, sublinhando que "prevenir é sempre menos dispendioso do que remediar". Aponta a ocupação indevida de leitos de cheia, fruto de "décadas de complacência" e a fraca "literacia territorial", como as principais causas dos impactos das cheias, salientando que o país mantém o hábito de correr atrás do prejuízo, agindo apenas quando ocorrem tragédias. Defende mais literacia do território, da paisagem e do ambiente, maior formação de técnicos e decisores e a criação de equipas multidisciplinares. Critica o excesso de impermeabilização urbana, a má gestão das linhas de água e a insuficiente manutenção do arvoredo. Sem assumir posições ideológicas, Carlos Correia Dias reconhece a intensificação dos fenómenos extremos, alertando para problemas estruturais como a sobre-exploração dos aquíferos, a desertificação, a fraca preparação das cidades e a ausência de planeamento estratégico a longo prazo.
O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) alertou hoje que são esperados, na quarta-feira, chuva e vento por vezes fortes devido à depressão Nils, que não irá afetar diretamente Portugal continental.
O mês de Janeiro de 2026 teve o maior consumo de energia eléctrica de sempre registado no sistema nacional, segundo avançou a REN - Redes Energéticas Nacionais.
O ministro da Agricultura e Mar enviou na quinta-feira, dia 5 de Fevereiro, uma carta ao Comissário Europeu da Agricultura e Alimentação a pedir a ativação da reserva de crise para a agricultura, informou hoje o ministério em comunicado.
A situação de calamidade vai voltar a ser prolongada em Portugal continental, estendo-se por mais sete dias, de domingo até 15 de fevereiro, devido à continuação do mau tempo, anunciou hoje o primeiro-ministro.
Precipitação, em especial nas regiões Norte e Centro. Vento forte no litoral e nas terras altas. Subida de temperatura.
O número de despedimentos colectivos comunicados aumentou cerca de 11% em 2025, face ao período homólogo, totalizando 552, sendo preciso recuar a 2020 para encontrar um valor tão elevado, quando atingiu os 698, segundo dados divulgados pela DGERT.
O estado do tempo em Portugal continental vai ser afetado entre a tarde de terça-feira e sábado pela depressão Leonardo, prevendo-se chuva persistente e por vezes forte, queda de neve, vento e agitação marítima forte, indicou o IPMA.
Precipitação persistente e por vezes forte, com vento. Descida de temperatura.