A Estação Ferroviária de Elvas continua a ser alvo de intervenções, tornando-a cada vez mais moderna e funcional.
A Estação Ferroviária de Elvas continua a ser alvo de intervenções, tornando-a cada vez mais moderna e funcional.
A Avenida dos Bombeiros Voluntários de Elvas está no centro da preocupação de moradores, devido ao avançado estado de degradação do pavimento, numa situação que tem vindo a prolongar-se ao longo dos últimos anos.
O partido CHEGA reagiu às declarações proferidas pelo presidente da Câmara Municipal de Elvas, José Rondão Almeida, ao jornal “Linhas de Elvas”, nas quais afirmou sentir-se “envergonhado” com a vitória daquela força partidária no concelho nas últimas eleições presidenciais.
O presidente da Câmara Municipal de Borba, Pedro Esteves, eleito pelo Partido Socialista (PS), iniciou o mandato com uma prioridade clara: reorganizar a “máquina” autárquica e garantir que o Município entrava em 2026 com um orçamento aprovado e operacional.
Em 2025, a Banda 14 de Janeiro não celebrou apenas um aniversário. Celebrou uma história coletiva feita de persistência, voluntariado e paixão pela música.
O Governo aprovou, recentemente, em Conselho de Ministros, a criação de um novo regime que irá permitir aprender a conduzir com um tutor, em alternativa às aulas práticas exclusivamente ministradas pelas escolas de condução.
Ainda no rescaldo das eleições presidenciais, com Elvas, em contracorrente, a ser o único concelho de Portugal continental onde André Ventura foi o mais votado, pedimos ao presidente da Câmara de Elvas que fizesse uma análise à votação obtida pelo líder do Chega.
O tabuleiro superior do Parque da Piedade, em Elvas, está a sofrer uma degradação acelerada devido ao estacionamento de veículos pesados no recinto, uma situação que começa a ter consequências visíveis no piso e levanta preocupações quanto à continuidade do mercado ali realizado.
O vencimento de Janeiro dos jogadores da equipa principal de "O Elvas" não foi pago. De acordo com fonte fidedigna a que o Linhas de Elvas (LE) teve acesso, até ao final de terça-feira, 17 de Fevereiro, a SAD não terá procedido à regularização da situação.
Os efeitos do mau tempo prolongado não param de surpreender. E chocar. As sucessivas tempestades que se têm abatido sobre Portugal continental têm causado elevados danos patrimoniais e pessoais. A contabilização dos prejuízos já alcança números com muitos dígitos. As vidas humanas que se perderam, são a causa indireta e a mais trágica. Numa visão de conjunto, sobressai o poder da natureza que parece estar a medir forças (desproporcionais) com a mão humana. Ou a demonstrar, a duras penas, que os erros de ordenamento se pagam caros. O que parece evidente, ganha consistência quando observado por uma lente profissional. Carlos Correia Dias, arquiteto paisagista, em entrevista ao Linhas de Elvas, faz uma análise à desastrosa passagem das tempestades. Não tem dúvidas de que o desenvolvimento humano tem ignorado os limites da natureza, que acaba por "cobrar" esse custo através de fenómenos extremos. Embora não seja possível evitá-los, o especialista defende que "a prevenção, o ordenamento do território e o bom senso" são fundamentais, sublinhando que "prevenir é sempre menos dispendioso do que remediar". Aponta a ocupação indevida de leitos de cheia, fruto de "décadas de complacência" e a fraca "literacia territorial", como as principais causas dos impactos das cheias, salientando que o país mantém o hábito de correr atrás do prejuízo, agindo apenas quando ocorrem tragédias. Defende mais literacia do território, da paisagem e do ambiente, maior formação de técnicos e decisores e a criação de equipas multidisciplinares. Critica o excesso de impermeabilização urbana, a má gestão das linhas de água e a insuficiente manutenção do arvoredo. Sem assumir posições ideológicas, Carlos Correia Dias reconhece a intensificação dos fenómenos extremos, alertando para problemas estruturais como a sobre-exploração dos aquíferos, a desertificação, a fraca preparação das cidades e a ausência de planeamento estratégico a longo prazo.