A Quercus defendeu que devem ser implementadas medidas para estabilizar os solos na Serra de São Mamede, após a enxurrada de dia 5 de Fevereiro, em Portalegre, considerando “importante” a peritagem ordenada pelo Município para apurar as causas.
A Quercus defendeu que devem ser implementadas medidas para estabilizar os solos na Serra de São Mamede, após a enxurrada de dia 5 de Fevereiro, em Portalegre, considerando “importante” a peritagem ordenada pelo Município para apurar as causas.
O PS de Portalegre defendeu hoje que se deve apurar o que “verdadeiramente aconteceu” na enxurrada ocorrida no dia 05 de fevereiro naquela cidade, considerando que têm de se identificar zonas de risco em todo o concelho.
Três pessoas ficaram hoje desalojadas em Portalegre na sequência do ‘mar de lama’, com pedras à mistura, vindo hoje da Serra de São Mamede, devido à depressão Leonardo, disse fonte do município.
Sucedem-se as imagens que mostram a os estragos causados pelas chuvas em Portalegre.
Quase dois anos depois das cheias que afectaram Campo Maior, a maioria dos moradores da Rua da Lagoa e do Largo do Barata, duas das zonas mais fustigadas, já retomou a sua vida com alguma normalidade, mas ainda persistem as memórias daquele dia e, em algumas paredes, as marcas da enxurrada.
Em Campo Maior, na zona mais afectada pelo mau tempo, o ruído e a azáfama das máquinas e das carrinhas envolvidas nas operações de limpeza que se seguiram ao temporal de 13 de Dezembro deram agora lugar a um certo silêncio.
Pelo menos duas viaturas encontram-se em perigo devido à força da água no troço rodoviário Elvas-Santa Eulália, junto ao túnel ferroviário.