A vacinação completa contra a covid-19 abrange já 86% da população portuguesa e são já mais de nove milhões de pessoas as que têm pelo menos uma dose da vacina, de acordo com dados oficiais.
A vacinação completa contra a covid-19 abrange já 86% da população portuguesa e são já mais de nove milhões de pessoas as que têm pelo menos uma dose da vacina, de acordo com dados oficiais.
A taxa de incidência de infeções com SARS-CoV-2 nos últimos 14 dias a nível nacional continua a subir situando-se hoje nos 92,4 casos por 100 mil habitantes assim como o índice de transmissibilidade (Rt) que é agora de 1,06.
A terceira dose da vacina contra a covid-19 foi administrada a 123 mil cidadãos portugueses, no âmbito da segunda fase da campanha de vacinação contra a gripe, iniciada na segunda-feira, anunciou a Direção-Geral da Saúde (DGS).
A maioria das regiões de Portugal continental regista uma “tendência crescente” de infecções pelo coronavírus SARS-CoV-2, em consequência do aumento médio do índice de transmissibilidade (Rt), indica o relatório das “linhas vermelhas”.
A extinção do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) foi hoje aprovada na Assembleia da República com os votos a favor do Partido Socialista, Bloco de Esquerda e da deputada Joacine Katar Moreira.
O auditório da Escola Superior de Educação e Ciências Sociais do Instituto Politécnico de Portalegre (IPP) acolhe hoje, sexta-feira, uma sessão subordinada ao tema “Falar de suicídio nos meios de comunicação social”.
As organizações representativas dos reformados vão promover, esta sexta-feira, iniciativas distritais, com a realização de tribunas, reivindicando o direito à reforma e pensões dignas.
Mais de 8,8 milhões de pessoas têm a vacinação completa contra a covid-19, o que equivale a 85% da população portuguesa, uma percentagem que não sofreu alterações na última semana, indicou a Direção-Geral da Saúde (DGS).
O presidente da União das Misericórdias Portuguesas (UMP), Manuel Lemos, disse ver “com grande preocupação” os números da pobreza em Portugal, considerando ser necessário “um esforço” de todos para ultrapassar o problema.
A Associação Portuguesa de Empresas Petrolíferas (Apetro) avisou hoje que uma "redução marginal" como a decidida pelo Governo no Imposto sobre os Produtos Petrolíferos e Energéticos (ISP) "não vai provocar uma diferença significativa no bolso dos consumidores".