Onze distritos de Portugal continental vão estar, esta sexta-feira, sob aviso amarelo devido à previsão de chuva “por vezes forte”, de acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
Onze distritos de Portugal continental vão estar, esta sexta-feira, sob aviso amarelo devido à previsão de chuva “por vezes forte”, de acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
Os agricultores em protesto desde quinta-feira mantêm hoje o corte da estrada na fronteira junto de Vila Verde de Ficalho, concelho de Serpa (Beja), havendo condicionamentos nos nós das autoestradas 1 e 29 na zona de Estarreja (Aveiro), disse a GNR.
Pelo menos 19 cidades vão mobilizar-se hoje para participarem na manifestação convocada pela plataforma Casa Para Viver em defesa do direito à habitação.
Perto de 80% dos portugueses com 65 ou mais anos vacinou-se contra gripe durante a época gripal de 2023/24, acima da meta de 75% proposta pela Organização Mundial de Saúde (OMS), segundo dados hoje divulgados.
A situação de seca meteorológica aumentou em Dezembro na região sul, destacando-se os distritos de Setúbal, Beja e Faro na classe de seca moderada, segundo o boletim climatológico do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
Períodos de chuva ou aguaceiros, por vezes fortes no litoral Norte e Centro. Subida de temperatura.
Céu geralmente muito nublado com precipitação. Vento por vezes forte no litoral e terras altas. Subida de temperatura, em especial da mínima.
A Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED) esclareceu que a reposição do IVA no cabaz de 46 categorias de produtos vai ser resposta, "de forma imediata", na sexta-feira, assegurando que não se vão verificar constrangimentos logísticos.
A ASAE apreendeu cerca de 1,2 toneladas de géneros alimentícios, deteve uma pessoa e suspendeu a actividade de seis estabelecimentos, um dos quais por abater animais "de forma camuflada e ilicitamente", anunciou este domingo a entidade fiscalizadora.
A Associação Nacional das Unidades de Saúde Familiar (USF-AN) defende uma actualização do estudo sobre as idas às urgências, para perceber porque é que os utentes as procuram, lembrando que a última análise tem mais de 10 anos.