Os artesãos que trabalham em Portugal estão a ser convidados a dar a sua opinião sobre “o estado de saúde do setor” no país, com vista à elaboração de um manifesto, revelou hoje uma das promotoras da iniciativa.
Os artesãos que trabalham em Portugal estão a ser convidados a dar a sua opinião sobre “o estado de saúde do setor” no país, com vista à elaboração de um manifesto, revelou hoje uma das promotoras da iniciativa.
Num país onde falta tudo, menos retórica política, existe um património invisível que jaz em silêncio
Ricardo Araújo Pereira apareceu à porta do tribunal com a sobrancelha arqueada e a arrogância habitual de quem está convencido de que o país lhe deve uma vénia por cada trocadilho.
Tive algumas reticências relativamente à escolha do título, porque a última coisa que quero é soar como determinados partidos e tornar este tema o centro da agenda política. No entanto, corrupção tem sido a palavra de ordem, no debate político, nos últimos anos e, mais recentemente, no governo espanhol, após os desenvolvimentos no caso Koldo e no caso Ábalos.
Esqueci-me de tudo e não me lembro de nada. Mas também não o quero.
Não é por acaso que, no título deste artigo, invoco palavras (ainda que não de forma literal) de duas das figuras mais relevantes para a instauração da democracia em Portugal: José Afonso, cantor e compositor português, e Salgueiro Maia, militar português e “capitão de abril”.
Confesso que nunca havia identificado mais bela coincidência que esta: a de ontem ter-se celebrado o Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor e amanhã assinalar-se o 51.º aniversário da conquista da democracia em Portugal.
Na noite imediatamente a seguir à da mudança da hora, os moradores de uma zona periférica do bairro da Boa-Fé, contígua ao Centro de Negócios Transfronteiriço de Elvas, ficaram a saber que há situações em que uma guilhotina afiada cortas as mãos, e que todas as rédeas escapam.
Barbacena despediu-se de Manuel Joaquim Carvalho Catalão. Terminou aos 81 anos o percurso de vida de um homem que foi figura de referência ao longo das últimas décadas naquela freguesia rural de Elvas.
É elvense o primeiro Doutor Honoris Causa por um Politécnico nacional. A escolha recaiu sobre António Cachola e a distinção honorífica, atribuída pelo Instituto Politécnico de Portalegre, foi oficializada em cerimónia realizada na Escola Superior de Tecnologia e Gestão.