Começou terça-feira, dia 18 de Março, e prosseguiu ontem, quarta-feira, no Tribunal de Elvas, o julgamento que opõe a família Marques a “O Elvas” Clube Alentejano de Desportos.
Começou terça-feira, dia 18 de Março, e prosseguiu ontem, quarta-feira, no Tribunal de Elvas, o julgamento que opõe a família Marques a “O Elvas” Clube Alentejano de Desportos.
O Tribunal de Évora condenou hoje a 23 anos e meio de prisão o homem que esteve a ser julgado pelos crimes de homicídio qualificado e aborto da companheira grávida de sete meses, em Borba.
O homem em julgamento no Tribunal de Évora pelo crime de homicídio qualificado da companheira grávida de sete meses, em Borba, responde agora também pelo crime de aborto, por decisão do coletivo de juízes.
O início das alegações finais do julgamento do caso da derrocada de uma estrada para o interior de pedreiras em Borba está marcado para segunda-feira, revelou o advogado dos principais arguidos.
O Ministério Público pediu hoje a absolvição das 18 pessoas e duas empresas que estão a ser julgadas em Beja por associação criminosa e tráfico de pessoas, entre outros, tendo o tribunal decidido libertar os que estavam presos preventivamente.
Quase dois anos depois, a megaoperação contra uma rede de tráfico na agricultura, em vários concelhos de Beja, chega a julgamento nesta segunda-feira, 18 de Novembro.
Quase dois anos depois da Polícia Judiciária ter realizado 35 detenções e 65 buscas, em Novembro de 2022, no distrito de Beja, uma juíza mandou agora separar em diferentes processos os 52 arguidos da operação de combate ao tráfico de seres humanos.
O antigo administrador da empresa gestora da pedreira desactivada para a qual caiu um troço da EM255, em Borba, disse hoje que alertou as autoridades sobre a instabilidade do talude e por a pedreira vizinha trabalhar em “zona proibida”.
O então responsável técnico da empresa arguida no caso da derrocada de uma estrada em Borba, argumentou hoje que não houve violação de regras de segurança na pedreira onde trabalhava.
O presidente da Câmara de Borba escudou-se hoje, para justificar a decisão de manter aberta a estrada que ruiu junto a pedreiras, na alegada falta de documentos técnicos produzidos por entidades competentes que alertassem para o perigo concreto de derrocada.“Se soubesse que havia perigo para as pessoas, é evidente que fechava a estrada imediatamente”, afirmou António Anselmo, no Tribunal de …