O início das alegações finais do julgamento do caso da derrocada de uma estrada para o interior de pedreiras em Borba está marcado para segunda-feira, revelou o advogado dos principais arguidos.
O início das alegações finais do julgamento do caso da derrocada de uma estrada para o interior de pedreiras em Borba está marcado para segunda-feira, revelou o advogado dos principais arguidos.
O Ministério Público pediu hoje a absolvição das 18 pessoas e duas empresas que estão a ser julgadas em Beja por associação criminosa e tráfico de pessoas, entre outros, tendo o tribunal decidido libertar os que estavam presos preventivamente.
Quase dois anos depois, a megaoperação contra uma rede de tráfico na agricultura, em vários concelhos de Beja, chega a julgamento nesta segunda-feira, 18 de Novembro.
Quase dois anos depois da Polícia Judiciária ter realizado 35 detenções e 65 buscas, em Novembro de 2022, no distrito de Beja, uma juíza mandou agora separar em diferentes processos os 52 arguidos da operação de combate ao tráfico de seres humanos.
O antigo administrador da empresa gestora da pedreira desactivada para a qual caiu um troço da EM255, em Borba, disse hoje que alertou as autoridades sobre a instabilidade do talude e por a pedreira vizinha trabalhar em “zona proibida”.
O então responsável técnico da empresa arguida no caso da derrocada de uma estrada em Borba, argumentou hoje que não houve violação de regras de segurança na pedreira onde trabalhava.
O presidente da Câmara de Borba escudou-se hoje, para justificar a decisão de manter aberta a estrada que ruiu junto a pedreiras, na alegada falta de documentos técnicos produzidos por entidades competentes que alertassem para o perigo concreto de derrocada.“Se soubesse que havia perigo para as pessoas, é evidente que fechava a estrada imediatamente”, afirmou António Anselmo, no Tribunal de …
O julgamento do caso da derrocada de uma estrada para o interior de pedreiras em Borba, que provocou cinco mortos, começa hoje com seis arguidos no ‘banco dos réus’, quase seis anos após o acidente.
O Tribunal de Évora adiou para quinta-feira a leitura do acórdão do julgamento de 10 arguidos acusados de maus-tratos contra uma utente da Misericórdia de Alandroal que acabou por morrer, revelaram hoje fontes judiciais.
O Tribunal de Évora marcou para 17 de Junho a leitura do acórdão do julgamento de 10 arguidos acusados de maus-tratos contra uma utente da Santa Casa da Misericórdia (SCM) de Alandroal que acabou por morrer.