Quase 40% dos incêndios florestais em 2023 tiveram origem em queimas e queimadas, num ano em que o número de fogos é o segundo mais baixo da década e a área ardida a terceira mais reduzida, segundo um relatório.
Quase 40% dos incêndios florestais em 2023 tiveram origem em queimas e queimadas, num ano em que o número de fogos é o segundo mais baixo da década e a área ardida a terceira mais reduzida, segundo um relatório.
O número de incêndios é este ano o segundo mais baixo da última década e a área ardia é a terceira mais reduzida desde 2013, indicou o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF).
A época que mobiliza mais meios de combate aos incêndios rurais termina hoje, mas a Proteção Civil vai reforçar o dispositivo nos corpos de bombeiros na primeira quinzena de outubro devido às previsões de tempo quente.
Portugal registou desde o início do ano 7.097 incêndios rurais, resultando em 33.003 hectares de área ardida, indicou hoje o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF).
Os incêndios rurais registados em Odemira e Castelo Branco no início de Agosto representam mais de metade do total de área ardida em Portugal em 2023, segundo o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF).
A Autoridade Nacional de Emergência a Proteção Civil (ANEPC) reiterou hoje o aviso à população para o agravamento do risco de incêndios rurais nos próximos dias, face à previsão do aumento das temperaturas e à fraca humidade.
Incêndios: MAI diz que forças de combate têm de habituar-se a situações extremas
O distrito de Évora vai contar, na “época mais crítica” de incêndios florestais, com um dispositivo para combate aos fogos que inclui até 345 operacionais, apoiados por 93 veículos e um meio aéreo.
O combate aos incêndios no distrito de Portalegre conta, este ano, com menos equipas e elementos em relação a 2022, mantendo o número de meios aéreos, revelou quinta-feira, dia 25 de Maio, o comandante sub-regional do Alto Alentejo.
O ministro da Administração Interna alertou hoje para o elevado risco de incêndios florestais, antevendo que 2023 vai ser um ano “mais exigente” do que 2022, entre outros fatores, devido à seca meteorológica, que afeta sobretudo o Sul.