O município do Crato, no distrito de Portalegre, investe, este ano, cerca de 68 mil euros na beneficiação da rede de estradas e caminhos nas zonas rurais para eventual acesso em caso de incêndios.
O município do Crato, no distrito de Portalegre, investe, este ano, cerca de 68 mil euros na beneficiação da rede de estradas e caminhos nas zonas rurais para eventual acesso em caso de incêndios.
Um novo Veículo Florestal de Combate a Incêndios (VFCI) é a nova coqueluche do parque automóvel dos Bombeiros Voluntários de Avis.
O reforço dos sistemas comuns de prevenção e extinção de incêndios rurais e a criação de emprego em espaço rural pós-covid-19 são objetivos de um projeto transfronteiriço entre Portugal e Espanha, coordenado pela Universidade de Évora.
A época mais crítica de incêndios florestais termina hoje com cerca de 65 mil hectares de área ardida e a morte de cinco bombeiros e de um piloto de um avião de combate aos fogos.
A Proteção Civil colocou hoje em estado de alerta especial nível vermelho os distritos de Beja, Castelo Branco, Évora, Faro, Guarda, Leiria, Portalegre, Setúbal e Santarém devido ao elevado risco de incêndio.
A situação de alerta devido ao risco de incêndio em 14 distritos de Portugal continental a norte do rio Tejo, incluindo Portalegre, teve início no passado dia 06 e terminava hoje à noite, mas vai prolongar-se até às 23:59 horas de domingo.
Mais de 100 concelhos de 13 distritos de Portugal continental apresentam hoje risco máximo de incêndio, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
Cinco bombeiros, um dos quais de uma corporação do Alentejo, morreram este ano no combate a incêndios rurais em Portugal, com o mais recente óbito a ocorrer hoje em Oliveira de Frades, no distrito de Viseu, e há também registo da morte de um piloto de um avião Canadair.
O Governo determinou ontem a declaração da situação de alerta em 14 distritos do território continental, todos a norte do rio Tejo, incluindo Portalegre, entre as 00:00 de domingo e as 23:59 de terça-feira, face ao risco de incêndio.
Os ‘drones’ para vigilância aérea e deteção de incêndios florestais estão a operar a partir da Lousã, Beja e Mirandela, tendo realizado até ao final de agosto cerca de 100 horas de voos, indicou hoje a Força Aérea Portuguesa.