A organização criminosa desmantelada na terça-feira na operação “Safra Justa” da Polícia Judiciária (PJ) controlava cerca de 500 trabalhadores estrangeiros no Alentejo, mas nem todos são considerados vítimas de tráfico, revelou hoje fonte policial.
A organização criminosa desmantelada na terça-feira na operação “Safra Justa” da Polícia Judiciária (PJ) controlava cerca de 500 trabalhadores estrangeiros no Alentejo, mas nem todos são considerados vítimas de tráfico, revelou hoje fonte policial.
Dez militares da GNR e um elemento da PSP foram hoje detidos numa operação da Polícia Judiciária (PJ) que desmantelou uma organização criminosa de auxílio à imigração ilegal em Portugal, que controlava centenas de trabalhadores.
O Tribunal de Beja marcou hoje,, dia 11 de Novembro, para 12 de dezembro, às 14:00, a leitura do acórdão referente ao julgamento do caso da alegada exploração de trabalhadores imigrantes no Alentejo, revelou um dos advogados.
Mais de três quartos das empresas hortofrutícolas do sudoeste alentejano consideram os imigrantes fundamentais para o sucesso da sua atividade, no âmbito da qual “mais de metade” dos postos de trabalho são ocupados por estrangeiros.
O Ministério Público pediu hoje a absolvição das 18 pessoas e duas empresas que estão a ser julgadas em Beja por associação criminosa e tráfico de pessoas, entre outros, tendo o tribunal decidido libertar os que estavam presos preventivamente.
Catorze pessoas e seis empresas foram acusadas pelo Ministério Público (MP) de tráfico de seres humanos, auxílio à imigração ilegal, branqueamento de capitais, entre outros crimes, sobretudo no sul do país, foi ontem, 9 de Dezembro, anunciado.
A Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP) defendeu ser fundamental pensar, em sede de concertação social, num plano de atração de imigrantes e não só no seu controlo, o que disse também ser necessário.
“quem for contra a imigração, é contra o desenvolvimento do país”
Um total de 48 dos 51 arguidos num processo de uma alegada rede que contratava imigrantes
O Tribunal de Beja determinou sexta-feira, em cúmulo jurídico, penas de prisão efectivas a dois ex-militares da GNR condenados por crimes contra imigrantes no concelho de Odemira e pena suspensa para um outro militar da Guarda.