As alegações finais do processo em que estão a ser julgados 35 arguidos por alegada exploração de imigrantes no Alentejo estão marcadas para quarta-feira, no Tribunal de Beja, indicou hoje uma das advogadas.
As alegações finais do processo em que estão a ser julgados 35 arguidos por alegada exploração de imigrantes no Alentejo estão marcadas para quarta-feira, no Tribunal de Beja, indicou hoje uma das advogadas.
Dezassete arguidos acusados de alegada exploração de trabalhadores imigrantes no Alentejo conhecem hoje o acórdão, que será lido às 14:30 no Tribunal de Beja.
O Tribunal de Beja marcou para o dia 15 deste mês, às 14:30, a leitura do acórdão referente a 17 arguidos julgados por alegada exploração de trabalhadores imigrantes no Alentejo, revelou hoje um dos advogados.
O Tribunal de Beja deverá proceder, em 05 de janeiro, à leitura do acórdão do julgamento de 17 arguidos por alegada exploração de trabalhadores imigrantes no Alentejo, após dois advogados prescindirem da reabertura da audiência
O julgamento de 22 pessoas e 13 empresas por alegada exploração de imigrantes no Alentejo começou hoje no Tribunal de Beja, envolvendo crimes como tráfico de pessoas, associação criminosa, auxílio à imigração ilegal e branqueamento de capitais.
O Tribunal de Beja começa a julgar, na segunda-feira, 35 arguidos pronunciados por crimes de tráfico de pessoas, associação criminosa, auxílio à imigração ilegal e branqueamento de capitais, entre outros, por alegada exploração de imigrantes no Alentejo.
A leitura do acórdão do julgamento de 20 arguidos por alegada exploração de trabalhadores imigrantes no Alentejo, marcada para sexta-feira em Beja, foi adiada pelo coletivo de juízes do tribunal local, revelaram hoje dois advogados.
Os 10 militares da GNR detidos por suspeitas de exploração de imigrantes no Alentejo e que acabaram por sair em liberdade com termo de identidade e residência (TIR) voltaram hoje ao serviço, revelou fonte da Guarda.
Três dos 17 detidos por suspeitas de exploração de imigrantes no Alentejo no âmbito da operação "Safra Justa" ficaram hoje em prisão preventiva, tendo um militar da GNR e o polícia da PSP ficado em liberdade.
Dez dos 17 detidos por suspeitas de exploração de imigrantes no Alentejo no âmbito da operação "Safra Justa" saíram em liberdade após terem sido ouvidos na quinta-feira, no Campus Justiça, em Lisboa.