O Ministério Público acusou quatro pessoas, entre os 25 e os 60 anos, de burla qualificada, branqueamento e falsidade informática e de documento por alegadamente enganarem uma idosa institucionalizada num lar no concelho de Évora.
O Ministério Público acusou quatro pessoas, entre os 25 e os 60 anos, de burla qualificada, branqueamento e falsidade informática e de documento por alegadamente enganarem uma idosa institucionalizada num lar no concelho de Évora.
O Tribunal de Portalegre condenou uma mulher, de 25 anos, numa pena de seis anos de prisão efectiva por nove crimes de burla informática e nove crimes de falsidade informática, divulgou o Ministério Público (MP).
A GNR constituiu arguido um homem suspeito de burla e falsidade informáticas por alegadamente se ter apoderado de “centenas de milhares de euros” de “vítimas vulneráveis”, através de uma instituição bancária, no concelho de Elvas, foi hoje divulgado.