O PSD reclama do Governo “uma solução definitiva” para a estrada que ligava Borba e Vila Viçosa, no distrito de Évora, após a derrocada de um troço há mais de quatro anos, defendendo que a reabilitação “é imperativa”.
O PSD reclama do Governo “uma solução definitiva” para a estrada que ligava Borba e Vila Viçosa, no distrito de Évora, após a derrocada de um troço há mais de quatro anos, defendendo que a reabilitação “é imperativa”.
A câmara e os autarcas de Borba contestaram a ação intentada pelo Estado para reaver a verba paga em indemnizações às famílias das vítimas da derrocada da Estrada Municipal 255, revelou hoje o advogado Silvino Fernandes.
O Estado intentou uma ação administrativa contra a Câmara de Borba e outros nove envolvidos para reaver mais de 1,6 milhões de euros pagos em indemnizações às famílias das vítimas da derrocada da Estrada Municipal 255.
O mau tempo que se fez sentir nos últimos dias também provocou danos no Castelo de Barbacena, no concelho de Elvas.
O Tribunal da Relação de Évora (TRE) rejeitou um recurso do Ministério Público (MP) e manteve a não pronúncia para julgamento de dois dos arguidos do processo de derrocada da estrada municipal 255, em Borba, ocorrida em 2018.
Uma das principais entradas de Estremoz vai ser encerrada temporariamente ao trânsito, na quarta-feira, para garantir a segurança, após ser sinalizado o risco de derrocada do talude de uma pedreira próxima, revelou o autarca local.
Um troço de um muro caiu quarta-feira, dia 23 de Março, na rua Mato da Boavista, em Varche, no concelho de Elvas.
Um muro em risco de desabamento motivou a chamada de elementos da corporação dos Bombeiros Voluntários de Elvas ao Largo do Salvador, no centro histórico da cidade.
O Ministério Público (MP) recorreu da decisão instrutória do processo relativo à derrocada da estrada municipal 255, em Borba, distrito de Évora, que não pronunciou dois dos arguidos, revelou hoje fonte da Procuradoria Geral da República.
A defesa dos autarcas de Borba que vão a julgamento pela derrocada de uma estrada municipal considerou hoje que “não foram analisadas questões essenciais” na instrução e que houve “pressa” do Ministério Público (MP) para “encontrar responsáveis”.