O início das alegações finais do julgamento do caso da derrocada de uma estrada para o interior de pedreiras em Borba está marcado para segunda-feira, revelou o advogado dos principais arguidos.
O início das alegações finais do julgamento do caso da derrocada de uma estrada para o interior de pedreiras em Borba está marcado para segunda-feira, revelou o advogado dos principais arguidos.
A antiga Direção Regional de Economia (DRE) do Alentejo alertou para o risco de colapso do talude de pedreiras contíguo à Estrada Municipal 255, em Borba, mas não era iminente, era “para o futuro”, disse hoje uma ex-responsável.
O mau tempo que causou dezenas de inundações, quedas de árvores, estradas e caminhos municipais cortados e muito trabalho de limpeza por parte de quase todos os serviço camarários e Proteção Civil do distrito de Portalegre, também danificou duas viaturas.
Antigos vereadores da Câmara de Borba, admitiram hoje que foram avisados sobre problemas na estrada que acabou por ruir para o interior de pedreiras, mas alegaram desconhecer o perigo iminente de derrocada.
A indústria dos recursos minerais garante que “foram corrigidas” todas as situações de risco identificadas nas pedreiras após a derrocada de 2018 em Borba e salienta a importância de concretizar o plano traçado para reativar a atividade no Alentejo.
O então responsável técnico da empresa arguida no caso da derrocada de uma estrada em Borba, argumentou hoje que não houve violação de regras de segurança na pedreira onde trabalhava.
O início do julgamento do caso da derrocada de uma estrada para pedreiras em Borba, no distrito de Évora, foi adiado para outubro, por motivos de saúde da presidente do coletivo, revelou hoje um dos advogados.
O julgamento do caso da derrocada de uma estrada para o interior de pedreiras em Borba, que provocou cinco mortos, começa a 3 de Abril, mais de cinco anos após o acidente, revelou fonte judicial.
A derrocada de uma habitação devoluta, na cidade de Beja, fez hoje um desalojado, um homem com mais de 60 anos, que vai pernoitar em casa de familiares, disse à agência Lusa fonte da protecção civil.
Passados cinco anos da derrocada de uma estrada municipal para o interior de pedreiras em Borba, no distrito de Évora, que fez cinco mortos, o caso ainda não chegou a julgamento, mas deverá começar já no início de 2024.