A questão de Taiwan continua a gerar controvérsia. Recentes declarações do líder daquela região, Lai Ching-te, aludindo à “independência de Taiwan”, de imediato suscitaram uma tomada de posição das autoridades chinesas.
A questão de Taiwan continua a gerar controvérsia. Recentes declarações do líder daquela região, Lai Ching-te, aludindo à “independência de Taiwan”, de imediato suscitaram uma tomada de posição das autoridades chinesas.
Segundo dirigentes chineses, “as sanções unilaterais contra a China impostas pelos Estados Unidos e por outros países, violam o direito internacional, afectam negativamente os direitos humanos do povo chinês e têm um efeito de arrastamento, pelo que a China deve responder através de meios administrativos, jurídicos e outros que se mostrem necessários.”
Encerrou segunda-feira, dia 16, em Pequim, a Feira Internacional de Comércio e Serviços da China (CIFTIS, na sigla em inglês), que abriu no passado dia 12.
Na Cimeira do Fórum de Cooperação China-África (FOCAC), que agora (dias 5 a 7) decorreu em Pequim, foi aprovado um novo plano para a modernização das duas regiões.
O Presidente chinês, Xi Jinping, recebeu ontem (quinta-feira, dia 29), em Pequim, o Conselheiro de Segurança Nacional dos Estados Unidos, Jake Sullivan.
A Comissão Europeia impôs de forma provisória, no passado mês de Julho, tarifas alfandegárias adicionais de até 37% sobre os automóveis elétricos chineses importados, na sequência de um inquérito aberto por Bruxelas à atribuição de ajudas estatais que poderiam violar as regras da concorrência e ser consideradas ilegais pela Organização Mundial do Comércio (OMC).
Nos Jogos Olímpicos de Paris, a delegação da China obteve o melhor resultado de sempre em Olimpíadas no exterior: 40 medalhas de ouro, 27 de prata e 24 de bronze.
Começou segunda-feira, dia 15, em Pequim, a 3ª sessão plenária do 20º Comité Central do Partido Comunista da China (PCC) em que será feito “o planeamento estratégico para aprofundar ainda mais as reformas e a modernização chinesa”.
O Tajiquistão reiterou o seu apoio ao princípio de “Uma Só China”
Os “impactos” gerados pelos automóveis elétricos chineses no mercado europeu não têm a gravidade que alguns apontam.