A Câmara Municipal e a Associação Empresarial de Elvas vão realizar, no próximo dia 3 de Setembro, pelas 19,30h, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, uma sessão de apresentação do projecto Bairro Comercial Digital de Elvas.
A Câmara Municipal e a Associação Empresarial de Elvas vão realizar, no próximo dia 3 de Setembro, pelas 19,30h, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, uma sessão de apresentação do projecto Bairro Comercial Digital de Elvas.
No âmbito do “1.o Direito - Programa de Apoio ao Acesso à Habitação’, enquadrado nas condições do Plano de Recuperação e Resiliência, a Câmara Municipal de Arronches tem vindo a proceder à recuperação de imóveis no centro da vila. O montante total destas interveções é de 460.965,64€.
A Câmara Municipal de Elvas pretende dotar as principais artérias do Centro Histórico de videovigilância.
Uma ourivesaria situada na Rua da Carreira, no Centro Histórico de Elvas, foi alvo de uma tentativa de assalto na tarde de quarta-feira, dia 31 de Julho.
Pelo segundo ano consecutivo, a festa de final de ano do Agrupamento de Escolas Nº1 de Elvas realizou-se na Praça da República.
A Comissão Política Concelhia do PSD de Elvas reagiu à decisão de Rondão Almeida adiar para 2025 a redução da taxa de IMI (Imposto Municipal sobre Imóveis). Numa nota enviada à redação do Linhas de Elvas, os sociais democratas colocam-se ao lado dos munícipes proprietários de imóveis no centro histórico e advogam a isenção do imposto, ao mesmo tempo que consideram que o adiamento da redução da taxa para próximo ano revela que o presidente “em vez de estar preocupado com a progressão do município, está mais atento os votos que lhe podem, eventualmente, trazer no resultado eleitoral! “ Reproduzimos o comunicado na íntegra: Foi com o governo socialista de António Costa, que se decidiu que a partir de 2023 se terminava com a isenção de IMI dos imóveis sediados nos centros históricos, passando para a alçada dos municípios a decisão de isentar, ou não, esses mesmos imóveis. Ora a classificação de Património da Humanidade acarreta, para os proprietários dos imóveis, aí inseridos, várias restrições regulamentares, com o objetivo de preservar as características singulares que permitiram, em primeira análise, a sua classificação como tal. A isenção de IMI tem como objetivo, não só incentivar o povoamento dos centros históricos, como também, objetar o abandono dos mesmos, e compensar os proprietários desses imóveis de todas as restrições e custos que acarretam a vida numa zona com edificações antigas e pouco adaptadas às exigências de uma vida moderna, quer seja a nível habitacional, quer seja a nível do comércio local. Além de visar o desenvolvimento urbano do ponto de vista do desenvolvimento económico cultural e turístico! Surpreende-nos, agora, mais uma vez, o Presidente da Câmara de Elvas, ao dizer que desconhece que é da sua competência a capacidade de devolver a isenção aos imóveis dos centros históricos, confirmando, ainda, a taxa máxima de IMI de 0,40% para todos os imóveis sediados no município de Elvas, e colocando a “cereja no cimo do bolo” com a promessa eleitoral, de baixar o IMI no próximo ano, claro está, que é ano de eleições e que, mais uma vez, em vez de estar preocupado com a progressão do município, está mais atento os votos que lhe podem, eventualmente, trazer no resultado eleitoral! Uma verdadeira medida ao nível do alcatrão, jantares e bailaricos!
O Governo terminou com a isenção automática de Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) de todos os imóveis sediados em centros históricos a partir de 2023, cabendo aos municípios decidir.
O Passeio Literário “Os Passos dos Poetas” decorreu ao longo da manhã de sábado, dia 16 de Março, numa iniciativa da Biblioteca Municipal, em colaboração com o Município e o colectivo Autores de Elvas.
Uma petição, já com mais de 800 assinaturas, defende um sistema de videovigilância no centro histórico de Évora para tentar inverter a alegada sensação de insegurança, enquanto a câmara municipal tem a ideia em estudo.
A Câmara Municipal de Elvas instalou, no Centro Histórico, papeleiras com dispensadores de sacos para dejectos animais, num investimento superior a seis mil euros.