O Ministério Público acusou quatro pessoas, entre os 25 e os 60 anos, de burla qualificada, branqueamento e falsidade informática e de documento por alegadamente enganarem uma idosa institucionalizada num lar no concelho de Évora.
O Ministério Público acusou quatro pessoas, entre os 25 e os 60 anos, de burla qualificada, branqueamento e falsidade informática e de documento por alegadamente enganarem uma idosa institucionalizada num lar no concelho de Évora.
O Ministério Público (MP) acusou um homem, de 48 anos, pela prática dos crimes de associação criminosa, branqueamento e simulação de crime.
Um cidadão luso-angolano fortemente indiciado por crimes de branqueamento através de acesso ilegítimo e burla informática foi detido em Espanha e extraditado para Portugal, onde ficou em prisão preventiva, anunciou a Polícia Judiciária (PJ).
“Sete dos arguidos foram condenados as penas de prisão efetiva compreendidas entre seis e 12 anos”, enquanto os outros cinco foram condenados a penas de prisão suspensas na sua execução, lê-se no comunicado.