Um bombeiro da corporação de Elvas salvou a vida a uma criança com oito dias, na tarde de quinta-feira, dia 10 de Fevereiro.
Um bombeiro da corporação de Elvas salvou a vida a uma criança com oito dias, na tarde de quinta-feira, dia 10 de Fevereiro.
Um bombeiro da corporação de Elvas salvou a vida a uma criança com oito dias, na tarde de quinta-feira, dia 10 de Fevereiro.
A Associação Nacional dos Técnicos de Emergência Médica (ANTEM) argumentou que, “infelizmente”, não é possível “ter um médico em cada emergência pré-hospitalar” e defendeu um “maior investimento na educação” das tripulações de ambulâncias de emergência.
O Ministério Publico (MP) revelou que instaurou um inquérito para apurar as causas da morte de um bebé de oito dias, na quinta-feira, no hospital de Portalegre, por alegada falta de socorro médico.
A Ordem dos Médicos (OM) defendeu que a morte de um recém-nascido no hospital de Portalegre, por “alegada falha” no socorro, deve ser “rapidamente investigada e esclarecida”, por configurar “uma situação muito grave”.
A Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) do hospital de Portalegre esteve cerca de sete horas inoperacional por falta de médico, na quinta-feira, disse a directora clínica da Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano (ULSNA).
A Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano (ULSNA) revelou hoje que vai instaurar um inquérito para apurar as circunstâncias da morte no hospital de Portalegre de um bebé de oito dias, por alegada falta de socorro médico.
O Hospital Materno Infantil, em Badajoz, assistiu ao nascimento do primeiro bebé de 2022 na região da Extremadura, em Espanha.
O hospital de Évora considerou hoje que “ficou evidenciado” no inquérito do regulador que a bebé que morreu poucas horas após ter alta, em 2019, recebeu “assistência imediata”, apesar do registo “à posteriori” no processo clínico.
A Entidade Reguladora da Saúde (ERS) concluiu que a alta de uma bebé de 20 meses do hospital de Évora, que morreu poucas horas depois, em 2019, foi dada quando a criança “ainda apresentava sinais não tranquilizadores”.“Conclui-se que no momento da alta a criança ainda apresentava sinais não tranquilizadores em relação ao controle e evolução da situação clínica”, refere a …