A autópsia ao corpo do homem que morreu durante um passeio de balão de ar na albufeira de Alqueva, no concelho de Mourão, aponta que a causa da morte foi afogamento, revelou hoje fonte policial.
A autópsia ao corpo do homem que morreu durante um passeio de balão de ar na albufeira de Alqueva, no concelho de Mourão, aponta que a causa da morte foi afogamento, revelou hoje fonte policial.
A empresa proprietária do balão de ar quente em que seguia o homem que acabou por morrer nas margens da albufeira de Alqueva, no concelho de Mourão, considerou hoje que “não foi um acidente” aeronáutico.
O Ministério Público abriu um inquérito para apurar as circunstâncias da morte de um homem nas margens da albufeira de Alqueva, em Mourão, após um passeio de balão de ar quente, revelou hoje a Procuradoria-Geral da República.
O homem cujo corpo foi encontrado ontem nas margens da albufeira de Alqueva, em Mourão (Évora), terá saído do cesto do balão de ar quente em que seguia para a água após uma amaragem, segundo uma testemunha.
A Polícia Judiciária (PJ) está a investigar as circunstâncias da morte de um homem, ocorrida hoje, cujo corpo foi encontrado nas margens da albufeira de Alqueva, na zona de Mourão, distrito de Évora, informou a GNR.
A empresa gestora do Alqueva vai realizar, a partir de hoje, uma ação de simulação de caudal de cheia no rio Guadiana, para garantir “o cumprimento do regime natural daquele curso de água”, foi anunciado.
O presidente da empresa gestora da albufeira do Alqueva, José Pedro Salema, manifestou hoje “reservas” à captação de água no rio Guadiana para ‘reforçar’ as reservas de Odeleite, no Algarve, e lembrou que “a manta é curta”.
A albufeira de Alqueva registou hoje, dia 22 de janeiro, às 08h00, a cota 148.60 o que representa uma subida de 1,87 metros em relação a segunda-feira passada.
A Empresa de Desenvolvimento e Infraestruturas do Alqueva (EDIA) lançou o procedimento para a instalação do maior projecto fotovoltaico flutuante da Europa, com 45 milhões de euros de preço base do concurso, avançou o Governo.
O presidente da empresa do Alqueva avisou hoje que esta albufeira, no Alentejo, tem água suficiente para entregar aos vizinhos espanhóis, mas vincou que “a manta é curta” e a que for transferida já não volta.