Dada a importância e a complexidade do tema, confesso que será um pouco difícil para mim não divagar e não trazer vários assuntos à mesa; portanto, caro leitor, prepare-se para uma viagem com uma alguma turbulência.
Dada a importância e a complexidade do tema, confesso que será um pouco difícil para mim não divagar e não trazer vários assuntos à mesa; portanto, caro leitor, prepare-se para uma viagem com uma alguma turbulência.
A arte é um farol luminoso da expressão humana, incitando-nos a mergulhar na contemplação da nossa própria existência, dos valores que nos definem e da sociedade que construímos.
Celebra-se hoje, dia 14 de fevereiro, o Dia dos Namorados, também conotado de Dia de S. Valentim. Ao lado do Natal e do Dia da Mãe ou do Pai, por exemplo, o significado desta data acaba por se revelar um tanto dúbio; não que não devesse ser celebrada, mas pelo facto de, maioritariamente, o ser humano se lembrar de celebrar o amor, a união e o respeito pelo próximo somente nestas ocasiões específicas, ao invés de o fazer diariamente.
“Um debate é uma troca de conhecimentos. Uma discussão é uma troca de ignorâncias.” - atribuído a Robert Quillen.
Não sei se já repararam, mas em várias livrarias e postos comerciais, um dos livros que insiste em manter-se no topo das vendas é o “Pai Rico, Pai Pobre” de Robert T. Kiyosaki. Compreendo a posição e o entusiasmo de quem o adquire: vão à procura fora daquilo que não lhes é ensinado na escola.
Mais do que estarmos diariamente informados sobre o que está a acontecer no país e no mundo, creio que é, cada vez mais, fundamental avaliar e refletir, criticamente, sobre estes mesmos temas.
Não cresci com convicções num partido nem a ser militante por influência familiar. Porém, desde os 18 anos, tento que o meu voto seja o mais consciente possível.
Desde há alguns anos, que visito, quase diariamente, os bairros sociais da cidade e do Concelho de Elvas. Humildemente devo confessar e estou bem dentro das suas realidades e problemáticas.
Quero com isto dizer que vamos de borracha em punho, direitinhos à página em que estamos, apagamos o último número do ano e escrevemos o número que se segue.
Vi correr recentemente numa rede social partilhas com um pensamento específico e datado, já não apenas de nicho ideológico, o que me fez soar os sinais de que o descontentamento e admiração recentes em Portugal, ao longo destas semanas, corre entre a população (e de forma relativamente banalizada), num claríssimo efeito do que foram as suspeitas de corrupção entre membros do Governo.