O Ministério da Saúde abriu 462 vagas para a contratação de médicos especialistas em Medicina Geral e Familiar, Saúde Pública e na área hospitalar.
Segundo os despachos publicados em Diário da República, estão autorizadas 140 vagas para Medicina Geral e Familiar, 15 em Saúde Pública e 307 na área hospital, todas no âmbito da conclusão do internato médico da segunda época.
“O Governo prossegue a política que tem vindo a adotar de reforço dos recursos humanos no Serviço Nacional de Saúde, permitindo, assim, aos serviços e estabelecimentos de saúde um robustecimento da capacidade de resposta em especial no atual contexto de pandemia”, sublinhou o secretário de Estado e Adjunto da Saúde, António Lacerda Sales, citado no comunicado.
O Ministério da Saúde explica que além dos médicos que tenham concluído a formação médica especializada nessa fase, podem também candidatar-se outros especialistas que não tenham qualquer vínculo profissional com o Estado.
Em relação à distribuição das vagas, no caso de Medicina Geral e Familiar, 52 vão para a Administração Regional de Saúde (ARS) do Norte, 48 para a de Lisboa e Vale do Tejo, 19 para a do Centro, seis para o Algarve e uma para a do Centro.
Nesta área há ainda quatro vagas para a Unidade Local de Saúde Nordeste, três para a de Castelo Branco e para a da Guarda, duas para a do Norte Alentejano e uma para a do Litoral Alentejano e para a Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados Ponte de Sôr/Montargil.
Entre as 15 vagas em Saúde Pública, cinco são para a ARS do Norte, quatro para Lisboa e Vale do Tejo, uma para as ARS do Centro, Alentejo e Algarve, e uma também para as unidades locais de Saúde de Castelo Branco, do Norte Alentejano e do Baixo Alentejo.
Já as 307 na área hospital estão distribuídas por dezenas de entidades de saúde e 38 especialidades, como pediatria, psiquiatria, ginecologia/obstetrícia, urologia, oncologia médica ou gastrenterologia.
Num dos despachos assinados por Lacerda Sales, o secretário de Estado sublinha a necessidade de reforçar o SNS face à atual situação epidemiológica.
“Perante este evento disruptivo, importa reafirmar e robustecer o Serviço Nacional de Saúde (SNS), como garante da proteção da saúde individual e coletiva, promovendo e assegurando a prestação de cuidados de saúde de qualidade, equitativos e universais”, lê-se no documento.
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