Arronches volta a estar no centro da criação contemporânea portuguesa: de 7 a 9 de agosto de 2026, o Festival de Arronches regressa para a sua 3.a edição com o cartaz completo já anunciado e bilhetes disponíveis ao público.

Ao longo de três dias, a vila raiana transforma-se num ponto de encontro entre artistas emergentes e público, apresentando uma programação que cruza música, literatura, artes visuais e experiências participativas, afirmando-se como uma das principais plataformas de descoberta de novos talentos em Portugal.

Cartaz Completo reforça aposta na nova geração

Na 3ª edição, selecionados através duma Open Call nacional com mais de 640 candidaturas, sobem ao palco: Filipa Torres, Rita Onofre, Vasco Ribeiro e os Clandestinos, Tomás de Papel, Bilrus, Swilaw, Serena Kaos, Mind Mojo, Sea Angels,
MdM, Branca, Caio, e Catarina Branco. Com artistas de várias regiões do país e uma diversidade de géneros musicais, o cartaz
reflete a pluralidade da nova criação portuguesa e reforça o compromisso do festival com a descoberta e valorização de diferentes linguagens artísticas.

Programação Multidisciplinar e experiência territorial

De 7 a 9 de agosto de 2026, o festival propõe uma experiência imersiva que vai além dos concertos, cruzando diferentes linguagens artísticas e aproximando público e artistas num espaço de encontro e partilha.

Pensada para todos os gostos e todas as idades, o festival abre espaço aos mais novos e famílias, ao mesmo tempo que convida à descoberta do território, com visitas e provas de vinhos em herdades da região ou atividades mais tradicionais. Os dias são
preenchidos com atividades tanto artísticas (como workshops de pintura e de fotografia) como culturais (como aula de canto tradicional ou de mantas alentejanas).

A programação inclui: Concertos de música emergente portuguesa; Workshops e experiências criativas para toda a comunidade
;Instalações, performance, literatura e artes visuais ;Mercado de economia circular Let’s Swap eCampismo gratuito num contexto imersivo no Alto Alentejo Mais do que assistir, o público é convidado a participar, explorar e viver o festival de forma
ativa. Reinventando vários espaços emblemáticos, como a Praça de Touros, o Convento de Nossa Senhora da Luz e o Jardim do Fosso, o festival desenha um percurso pela vila, cruzando património, paisagem e criação contemporânea.

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