Um homem, de 40 anos, natural de Portalegre e professor em Castelo Branco, é um dos oito cidadãos portugueses que foram retirados de um hotel na República Dominicana, na sequência de um incêndio de grandes dimensões que obrigou à evacuação de quase 1700 pessoas. Todos estão bem, confirmou fonte oficial do Ministério dos Negócios Estrangeiros à CNN.
O fogo atingiu o resort onde estavam alojadas duas famílias portuguesas, entretanto realojadas noutras unidades hoteleiras. Pelo menos quatro cidadãos nacionais ficaram sem documentos durante o incêndio, sendo que o alentejano foi um deles.
Fonte oficial do Ministério dos Negócios Estrangeiros esclareceu que os cidadãos nacionais estão a ser acompanhados pela Embaixada de Portugal no México, que tem competência consular sobre a República Dominicana.
“Todos conseguiram sair sãos e salvos”. Ainda assim, reconheceu que os portugueses viveram “uma situação traumática” e que terão tido perdas “do ponto de vista patrimonial”.
O incêndio provocou pelo menos uma morte: uma turista italiana de 46 anos.
O fogo deflagrou no Viva Wyndham Dominicus Beach, em Bayahibe, uma zona turística no sudeste da República Dominicana.

