“29 anos. Mesmo depois da morte, o dia em que se ganhou vida é de celebração. Nunca o mundo fica igual num dia nem no outro.” Estas são as palavras de Paula Bochecha Lebre que acompanham a fotografia de Beatriz, publicada na rede social Instagram hoje, 7 de junho, dia do aniversário da jovem.
A forma trágica que ditou a morte precoce de Beatriz Lebre e dilacerou o coração da mãe, de toda a família, amigos, da comunidade elvense e do meio académico, encontra expressão maior no rosto de Paula, que, embora não consiga aplacar a dor, tenta apaziguar o peso da ausência dando visibilidade à essência da filha através de incessantes manifestações de amor.
O nome de Beatriz é perpetuado dentro e fora do coração da mãe. Um desses grandes exemplos é o Prémio Beatriz Lebre, um galardão anual criado pelo Iscte que reconhece estudantes que se distingam pela sua integridade, respeito pelos outros e cidadania ativa, homenageando o percurso da jovem elvense que ali frequentava o Mestrado em Psicologia Social e das Organizações.

