A reunião de Câmara de 22 de Abril ficou marcada por uma intervenção da vereadora Margarida Coelho de Paiva, centrada no pedido de esclarecimentos sobre diversas matérias da gestão municipal. No balanço da sessão, o PSD assinalou que, apesar das explicações dadas, persistem dúvidas quanto à “suficiência e concretização de várias respostas”.

No que respeita à gestão de equipamentos e segurança, foram abordados temas como os pórticos de Santa Eulália, a Piscina Municipal e o Plano Municipal de Emergência. Sobre estas áreas, a vereadora criticou a falta de garantias temporais, referindo que “não ficou evidente um calendário claro de execução em várias destas áreas”.

A situação do hospital foi outro ponto de destaque, com a vereadora a solicitar esclarecimentos sobre o destino das questões aprovadas por unanimidade na reunião de 11 de Março. Segundo a representante da oposição, “não foi confirmada a receção por parte do grupo parlamentar do PSD”, desconhecendo-se os detalhes sobre destinatários e datas de envio.

Margarida Coelho de Paiva lamentou ainda que a proposta para uma consulta pública sobre a variante de Santa Eulália continue “novamente, sem integrar a ordem de trabalhos”. Sobre o argumento do executivo de que já existe uma comissão de acompanhamento para o projeto, a vereadora considerou tratar-se de uma “justificação deficiente”, afirmando categoricamente: “o que queremos não é acompanhar e sim fiscalizar!”.

A intervenção terminou com um apelo a uma gestão mais objetiva, reforçando que, apesar das respostas obtidas na reunião, continuam por resolver “questões relevantes que exigem maior clareza, planeamento e compromisso de execução”.

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