Numa reportagem intitulada “Azeite em investigação” , a revista Deco Proteste atribuiu nota máxima ao azeite Ouro d’Elvas, produzido na herdade de Alcobaça por Sebastião Ortigão Costa.

“Virgem extra ou virgem? Eis a questão”. Analisado este pressuposto, a Deco Proteste concluiu que

“afinal, o primeiro é mais caro do que o segundo e tem características diferentes. Analisando e degustando as 39 amostras, as certezas caíram por terra face a três: Serrata Clássico, Pérola da Beira e Grão Mestre. Os atributos reclamados à condição de “virgem extra” não corresponderam aos das amostras daquelas marcas, que deslizaram para a categoria “virgem”.

O azeite virgem extra distingue-se pela qualidade superior, com sabor e cheiro a azeitona sã. O painel de provadores selecionados e treinados não pode detetar nenhum defeito no azeite com esta designação. Mais caro do que o virgem, tal como legislado, é obtido do fruto da oliveira unicamente por processos mecânicos. Lavagem, moenda, batedura, extração, filtração e centrifugação são tratamentos permitidos. Um dos momentos importantes na avaliação da qualidade do azeite virgem extra é a análise organolética, na qual se avaliam características relacionadas com cheiro e sabor. Obedecendo a procedimentos do guia internacional do Conselho Oleícola (COI), a prova decorreu num laboratório reconhecido por este organismo. O azeite virgem extra não apresenta nenhum defeito organolético.

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