O presidente da Câmara de Monforte lamentou hoje o abate de quase duas mil azinheiras e podas mal executadas a mais de mil árvores da mesma espécie, numa quinta naquele concelho.
“Lamento profundamente comportamentos irresponsáveis perante árvores que têm estatuto de proteção especial, sem qualquer fundamento possível”, disse Gonçalo Lagem (CDU), em declarações à agência Lusa.
O autarca garantiu que “ninguém” se apercebeu dos trabalhos que estavam a decorrer na Quinta de São Sebastião, no concelho de Monforte, uma vez que o local onde ocorreu o abate e as podas mal executadas é “recôndito” e no “meio do mato”.
De acordo com o presidente da Câmara de Monforte, esta operação, que decorreu numa área aproximadamente de 42 hectares, foi efetuada sem nenhum fim específico.
“Não há explicação, porque não vai lá ser feito nada”, disse.
A GNR, que já remeteu os factos para o tribunal, revelou hoje em comunicado que, na quarta-feira, militares do Núcleo de Proteção Ambiental (NPA) de Elvas detetaram “o corte rente e a poda mal executada de cerca de 3.000 azinheiras, no concelho de Monforte”.

HYT // MCL
Lusa

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