A Praia Fluvial do Alamal, no concelho de Gavião, foi recentemente devastada pela força das águas do Rio Tejo, que provocaram a destruição quase total das infraestruturas existentes naquele espaço de lazer.
A Praia Fluvial do Alamal, no concelho de Gavião, foi recentemente devastada pela força das águas do Rio Tejo, que provocaram a destruição quase total das infraestruturas existentes naquele espaço de lazer.
Os prejuízos causados pelo mau tempo no distrito de Portalegre ascendem a 16 milhões de euros, “para já", segundo um levantamento que a Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo (CIMAA) já entregou à CCDR do Alentejo.
Os agricultores do Alentejo declararam 75,8 milhões de euros de prejuízos provocados pelo mau tempo, desde 29 de janeiro e até hoje, revelou à agência Lusa fonte da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento regional (CCDR).
O Núcleo Empresarial da Região de Portalegre (NERPOR) está a proceder ao levantamento preliminar dos prejuízos sofridos pelas empresas na sequência das enxurradas do dia 05 deste mês, que afetaram em particular aquela cidade.
A Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP) já recebeu indicações de prejuízos da ordem dos 130 milhões de euros, mas alerta que ainda não é possível “falar em números concretos”
As Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) estão a disponibilizar formulários para “a declaração de prejuízos resultantes de ocorrências graves que afetem explorações agrícolas”, incluindo os danos das tempestades desta semana.
Várias árvores de grande porte destruídas, um corte temporário de eletricidade e “prejuízos enormes” dos proprietários agrícolas foram o resultado dos ventos fortes registados hoje no concelho de Avis, no distrito de Portalegre, revelou o presidente da câmara.
A Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP) alertou para os elevados prejuízos causados pelos roubos de cobre para revenda, pedindo a intervenção do Governo, quando, até Agosto, foram registados 322 crimes.
O Governo pagou até 10 de novembro 24,4 milhões de euros (ME) de comparticipações para reposição de infraestruturas e equipamentos destruídos pelas inundações no final de 2022 e início de 2023, anunciou hoje o Ministério da Coesão Territorial.
A ministra da Coesão Territorial argumentou sexta-feira, dia 13 de Outubro, que os apoios aos municípios alentejanos por danos em infraestruturas e equipamentos municipais, devido às intempéries, estão “dentro do que a lei permite”, mas alguns autarcas consideram o valor insuficiente.