A Guarda Nacional Republicana (GNR) deteve, entre terça-feira e hoje, sete pessoas suspeitas de traficarem estupefacientes no Algarve e no Alentejo, e apreendeu mais de 15 mil doses de drogas, armas e munições, informou aquela força.
A Guarda Nacional Republicana (GNR) deteve, entre terça-feira e hoje, sete pessoas suspeitas de traficarem estupefacientes no Algarve e no Alentejo, e apreendeu mais de 15 mil doses de drogas, armas e munições, informou aquela força.
Um homem, de 18 anos, e uma mulher, de 26 anos, foram constituídos arguidos pela autoria de vários artigos furtados, entre os quais três ciclomotores.
As autoridades estão a realizar buscas em Elvas, no perímetro urbano e junto de barragens e do rio Guadiana, para encontrar uma mulher, de 34 anos, que está desaparecida desde domingo à noite.
A Guarda Nacional Republicana (GNR) inicia esta segunda-feira uma operação de fiscalização intensiva direcionada para a utilização de cinto de segurança e sistemas de retenção de crianças (SRC), em todo o território nacional continental, para prevenir comportamentos de risco.
Uma mulher, de 30 anos, foi detida pela GNR no concelho de Alvito, no distrito de Beja, por suspeitas de violência doméstica contra o companheiro, de 49 anos, revelou a força de segurança.
Cerca de nove mil títulos vão estar disponíveis para venda a preços simbólicos, a partir de sábado, numa livraria solidária criada num antigo posto da GNR em Avis, divulgaram os promotores do projecto.
Um homem, de 52 anos, morreu hoje após ter sido atingido por uma azinheira, num acidente de trabalho, numa herdade perto de Barrancos, disse à agência Lusa fonte da GNR.
A GNR deteve um jovem, de 21 anos, por posse de arma proibida, em Alter do Chão, divulgou a força de segurança.
Um veículo pesado resvalou numa berma da Estrada Nacional 373, entre Elvas e Campo Maior, na tarde de quarta-feira, dia 30 de Março.
A Associação dos Profissionais da Guarda (APG/GNR) considerou hoje “inaceitável e inqualificável” a agressão de dois militares na vila alentejana de Cuba e pediu aos órgãos de soberania para decidirem que forças de segurança querem para Portugal.