Portugal registava, na segunda-feira, 476 surtos ativos no continente, dos quais 18 em lares de idosos e dois em instituições de saúde, segundo dados da Direção-Geral da Saúde (DGS) avançados à agência Lusa.
De acordo com a DGS, “estes dados contrastam drasticamente com o máximo de surtos ativos registado em fevereiro de 2021, quando chegaram a existir em Portugal continental 921 surtos ativos”.
A maioria dos surtos ativos registou-se na Região de Lisboa e Vele do Tejo, com 350, enquanto a Região Norte tinha 46, o Algarve 31, o Alentejo 24 e a região Centro 25.
Segundo os dados da DGS, 84 surtos ativos diziam respeito a estabelecimentos de educação e ensino dos setores público e privado, que englobam escolas, ensino superior, creches e demais equipamentos sociais.
Um surto ativo é constituído por dois ou mais casos confirmados com ligação epidemiológica entre si no tempo e no espaço, explica a DGS, adiantando que “só depois de terem decorrido 28 dias após a data do diagnóstico do último caso confirmado (dois períodos de incubação sem novos casos) é que o surto é dado como encerrado”.

HN (SBR) // HB
Lusa

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