A segunda etapa do Morocco Desert Challenge, que ontem ligou Icht a Foum Zguid, não correu da melhor forma para a dupla Nuno Matos/Nuno Rodrigues da Silva, forçada a parar durante mais de duas horas para resolver um problema mecânico. Mau grado esta situação, a equipa sente-se cada vez mais confiante e a navegar cada vez melhor.”Partimos em segundo, vínhamos a rolar bem. Já tínhamos passado pelo primeiro classificado, quando cedeu uma rótula de suspensão do nosso Opel Mokka”, explicou Nuno Matos à chegada a Foum Zguid, depois de percorridos 359 quilómetros cronometrados em pistas que cruzaram a maior zona militar do sul de Marrocos.E o piloto de Portalegre acrescentou: “As pistas eram mais rápidas, com um pouco mais de condução, mais técnicas e nas quais me senti mais à-vontade. Mas não houve só azares. O Nuno está de parabéns porque vinha a fazer um trabalho excepcional, o que é muito positivo porque ainda estamos a aprender. Não caímos em nenhuma das armadilhas, nem apanhámos sustos. E isso já é muito bom”.Hoje, os concorrentes podem contar com uma grande variedade de paisagens e pistas. Do percurso que liga Foum Zguid a Oum Jrane, num total de 345 quilómetros, fazem parte a travessia pelo Lac Iriki, duas passagens pelas dunas do Erg Chegaga, pelo arenoso oued de Mhamid e a subida de uma montanha íngreme. Para o final da etapa estão reservados cerca de 100 quilómetros de pistas rápidas de areia.

Carregar mais artigos relacionados
Carregar mais artigos por Redacção
Carregar mais artigos em Actual

Veja também

Núcleo do Sporting Clube de Portugal de Campo Maior celebrou 27.º aniversário

O Núcleo do Sporting Clube de Portugal de Campo Maior comemorou, no domingo, dia 11 de Jan…