Uma mulher, natural de Redondo, contou num programa televisivo o seu sonho de ser enfermeira, mas acabou por revelar que num dos locais onde trabalhou, no antigo hospital de uma instituição de Arronches, o médico local, de então, deixava alegadamente morrer crianças e adultos à porta.
Alice Silva, que falava ontem na televisão, é neta de uma refugiada da guerra civil espanhola e que viveu parte da adolescência no distrito de Portalegre. Concluiu o curso de Enfermagem e rumou a Angola, mas voltou a Portugal e estabeleceu-se em Arronches.
Na instituição onde trabalhou diz que encontrou apenas um profissional de saúde, o porteiro, que dava injecções e fazia pensos. Referindo-se ao médico local revelou que “só atendia quando lhe apetecia, deixando morrer à porta do hospital crianças e adultos”, salientando depois que “aquilo que ele fez não se faz em saúde”.

Carregar mais artigos relacionados
Carregar mais artigos por Redacção
Carregar mais artigos em Actual

Veja também

ULS Alto Alentejo acolhe novos internos de formação especializada

A Unidade Local de Saúde (ULS) do Alto Alentejo deu as boas-vindas aos profissionais que i…