O director do Programa Nacional para as Doenças Oncológicas da Direcção-Geral da Saúde (DGS), Nuno Miranda, vem desmentir as afirmações da Quercus quanto ao pliuretano.
Depois da coordenadora da Quercus garantir que o poliuretano, além de ser “altamente inflamável”, também era cancerígeno, a DGS, pela voz de Nuno Miranda desmente as afirmações,”não tenho sequer dados internacionais sobre um grau provável de efeito cancerígeno dos poliuretanos”. O director recorre ainda a um estudo realizado ao longo de 40 anos numa fábrica de poliuretano na Suécia e em que a conclusão foi que, “não há evidência de aumento de cancro nos trabalhadores deste tipo de indústria”.
Segundo a noticia avançada pelo Público, a Quercus mantém as suas declarações, insistindo que o perigo existe, e que o poliuretano tem componentes cancerígenos.
O produto também não é considerado perigoso pela Organização Mundial de Saúde, a lista da Agência Internacional de Investigação em Cancro (IARC, na sigla internacional) coloca o poliuretano no dos elementos menos perigosos, desde 1987.

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