Equipas hospitalares (um médico infecciologista e um enfermeiro) vão passar a ir em breve às prisões da sua área geográfica para dar consultas aos presos infectados com Sida e hepatites B e C, segundo um despacho das secretarias de Estado adjuntas da Justiça e da Saúde que entrou em vigor a 4 de Fevereiro.
Mas para além destes casos específicos, segundo noticia avançada pelo DN, deverá ser possível, já este ano, que o projecto em vigor se estenda a cuidados de saúde primários.
A prestação de cuidados de saúde primários far-se-á também através da deslocação de equipas dos centros de saúde da área geográfica das cadeias. O transporte das equipas é assegurado pelas prisões.
O gabinete de imprensa da DGS, com base em dados dos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS), dá conta que este ano “49 estabelecimentos prisionais estarão ligados a 52 hospitais, com as mais de 700 unidades de cuidados de saúde familiares ou de cuidados personalizados”.
Com estes projectos o que o Governo pretende é colmatar a falta de médicos e enfermeiros em permanência nas cadeias, evitando as idas dos reclusos aos hospitais ou centros de saúde, já que passa a equipa médica a ir à cadeia.

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