A greve dos médicos está a ter um forte impacto em todo o Alentejo. Segundo o Sindicato Independente dos Médicos (SIM), no caso do distrito de Portalegre a adesão é de 89 por cento.Em declarações à Rádio Portalegre, o dirigente do SIM, Armindo Ribeiro, referiu que os serviços mais afectados são as cirurgias e as consultas externas.Os números da adesão para o distrito de Portalegre avançados pelo Sindicato Independente dos Médicos são muito acima daqueles que foram indicados pelo Gabinete de Comunicação da Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano (ULSNA).Segundo o responsável pelo Gabinete de Comunicação da ULSNA, Ilídio Pinto Cardoso, a adesão à greve dos médicos nos hospitais de Portalegre e Elvas e nos centros de saúde do distrito é de cerca de 28 por cento.Ilídio Pinto Cardoso adiantou que os serviços mais afectados são as consultas externas, medicina interna e cirurgia. Dos três blocos operatórios, apenas um está a funcionar.Os sindicatos reclamam a redução do trabalho suplementar, diminuição progressiva até 12 horas semanais de trabalho em urgência, bem como a diminuição gradual das listas de utentes dos clínicos de família de 1900 para 1500.A greve dos médicos iniciada hoje prolonga-se até quinta-feira.

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