Cerca de 1200 militares e aeronaves de seis países estão mobilizados para fazer mexer uma força multinacional que vai precisar de saber contactar.
Uma guerra a fingir que se trava no sul de Portugal com helicópteros e forças especiais é o assunto mais sério por estes dias para a Força Aérea, que acolhe pela quarta vez o exercício internacional Hot Blade.
Com aeronaves de seis países, cerca de 1200 militares estão mobilizados para montar e pôr a mexer uma verdadeira força multinacional que vai ter de saber falar entre si para salvar vidas de refugiados e abater terroristas.
As missões partem de Beja, mas decorrem em outras instalações militares espalhadas pelo país. O cenário do exercício é um pequeno país rodeado de uma nação hostil que a quer anexar e patrocina ataques terroristas aos campos de refugiados instalados na fronteira.

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