A reportagem publicada ao final do mês de Maio no semanário “Linhas de Elvas” sobre Vila Fernando mostrou o perigoso estado a que o ESTADO português deixou chegar o espaço, sua pertença, o qual não limpa não cumprindo, assim, a legislação que ele próprio aprovou e faz cumprir aos particulares.
Depois do abandono da área agrícola, há cerca de 20 anos que na área agricultável não germina uma única semente deitada à terra por mão humana, são cerca de 1040 ha onde só crescem ervas e arbustos selvagens. As vinhas, por falta de tratamento simplesmente desapareceram e os olivais, não sendo limpos há quase duas décadas, as oliveiras, muitas delas, estão sufocadas por silvados, resistem como podem e, ano após ano lá vão alimentando a passarada e os amigos do alheio; a azeitona que sobra, seca na árvore ou rança no chão. A cortiça foi retirada dos sobreiros, dois anos a mais do que deveria. A caça, deixou de estar ordenada o mesmo é dizer que, no dia de abertura do regime livre, fica tudo dizimado ano após ano sem ninguém se importar de nada!
O processo de saqueamento dos bens da instituição quer na zona urbana, quer na parte agrícola, iniciou-se mais intensamente após a saída dos funcionários (há 10 anos) onde, portas e janelas, (em madeira, em ferro ou em alumínio) cabos eléctricos, vigas em ferro que sustentavam os telhados, canalizações, tampas de esgoto, algumas mesas e cadeiras, rede da vedação e respectivos apoios, ferragens das varandas das casas de habitação, cantaria em granito, etc. tudo foi roubado, ou quase tudo.
O resultado de tudo isto é uma paisagem desoladora comparável a um cenário de guerra; grande parte dos edifícios que tinham as coberturas apoiadas em vigas de ferro estão deitados abaixo.
Hoje, por mão de um leitor, deixamos aqui uma completa reportagem fotográfica demonstrativa do estado actual do ex-centro educativo, ou ex Instituto de Vila Fernando, em Elvas.
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