A entrada em vigor de um novo ciclo de medição de emissões poluentes e o receio de algumas marcas de que o Orçamento de Estado para 2019 não promova a neutralidade fiscal pedida por Bruxelas pode levar ao agravamento do preço dos automóveis novos que pode chegar aos 10 por cento.
Segundo a Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor (Deco), no top 50 dos carros mais vendidos espera-se um aumento de 93 euros a 2520 euros de imposto sobre veículos.
A Deco estima mesmo que, em Setembro, o mercado automóvel possa sofrer um aumento de 10% com a adopção do valor de correcção, face a simulações com base no novo imposto sobre veículos (ISV) e no imposto único de circulação (IUC) para carros no top de vendas.
Recorde-se que o novo método de medição entra em vigor a 1 de Setembro e que a introdução do ciclo WLTP na homologação terá como resultado a publicação oficial das marcas de valores mais realistas de consumos e emissões poluentes para todos os carros.

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