O calor extremo e a seca persistente nos principais países produtores de trigo, como França, Rússia ou Estados Unidos, estão a reduzir as colheitas mundiais e o mercado registou o primeiro défice de produção em seis anos.
A situação levou a um disparo no preço do cereal, que já negoceia em máximos de três anos em Chicago, enquanto, em Paris, os futuros estão no valor mais elevado desde 2013.
Desde o início de 2018, o trigo já acumula uma valorização de 32,7%, no mercado de futuros de Paris, o preço de uma tonelada de trigo disparou 12% dos 180 dólares há um mês, para os actuais 211 dólares.

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