Um terços dos trabalhadores está em risco de esgotamento profissional. Metade queixa-se da falta de apoio de supervisores em situações de stress. Esta é a conclusão do estudo da DECO ( Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor) que refere que os trabalhadores de lojas, serviços administrativos, profissionais de saúde e ensino são quem tem mais risco de apresentar este esgotamento.As explicações para este descontentamento passam pelo conteúdo da própria função, que os trabalhadores vislumbram como uma dificuldade na progressão da carreira e na relação com os superiores hierárquicos.
Dos inquiridos, aqueles que dizem sentir falta de apoio dos patrões ou supervisores em momentos de stress, 50% estão em risco de esgotamento. De acordo com o estudo e noticiado pela Renascença, três em dez trabalhadores afirmaram-se emocionalmente cansados do trabalho mais de uma vez por semana e 35% revelaram sentir-se exaustos com a mesma frequência.
A DECO ressalva no entanto que o esgotamento não se reflecte no facto de o trabalhador esta a exercer na área de estudos. Assume ainda que quem consome álcool, fuma, dorme menos de seis horas ou recorre a drogas apresenta mais riscos de esgotamento do que os inquiridos que levam uma vida saudável.
O estudo foi realizado em Janeiro e Fevereiro deste ano e englobou mais de mil trabalhadores.

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