Mais de um milhão de trabalhadores portugueses são pobres. A conclusão é da Rede Europeia Anti-Pobreza (EAPN) onde refere que o rendimento proveniente do trabalho não satisfaz as necessidades familiares.
A EAPN indica, esta quinta-feira, 17 de Outubro, Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza, que Portugal tem de ter como prioridade uma aposta na educação e melhoria nas qualificações.
Segundo a Renascença, que cita dados da Eurostat, o país apresentou no ano passado uma taxa de risco de pobreza acima da média da União Europeia (22,5%). 23,3% foi quando Portugal registou em 2017. Há 10 anos o país assinalava mais 2,7 pontos.
Comparando os dados de 2008 a taxa de risco de pobreza aumentou em dez Estados-membros. A Grécia foi quem mais aumentou ao registar 34,8%; Itália 28,9%; Espanha 2017 e Holanda 17%.
Polónia (19,5%), Roménia (35,7%), Letónia (28,2%) e Bulgária (38,9%) foram os países que mais recuaram neste indicador.

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