Cientistas portugueses da Universidade de Lisboa descobriram antibióticos que matam bactérias de género ‘Bacillus’, entre elas a ‘Bacillus anthracis’, usada no pó branco de antrax, uma arma biológica que em 2001 envenenou cinco pessoas, nos Estados Unidos da América, através de cartas de correio.
A descoberta foi publicada na revista Nature Communications esta semana e noticiada pelo DN. À frente da equipa, que inclui alunos de mestrado e doutoramento, está a coordenadora Amélia Pilar Rauter.
A descoberta do antibiótico é composto por derivados de açúcar que matam as bactérias ‘Bacillus’ ao destruírem a membrana da célula, ficando a bactéria sem resistência.
A “Bacillus anthracis” está na origem do ‘antrax’. Uma infecção que provoca lesões cutâneas, respiratórias ou intestinais potencialmente fatais.

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