A ler jornais, a ver televisão ou a jogar cartas assim se passa o tempo na mais antiga colectividade de Elvas e do distrito de Portalegre. São três da tarde de segunda-feira, 14 de Janeiro, e a hora é de soprar 141 velas que assinalam os anos cumpridos desde a sua fundação.
Pouco mais de duas dezenas de pessoas espelham o número de sócios que regularmente frequentam o Centro Artístico Elvense, o popular Grémio, no centro histórico da cidade alentejana. Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades, mas nem por isso os elementos dos órgãos sociais da colectividade a deixam cair e novos desafios se impõem.
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