Até 2023 o Governo pretende adquirir mais meios aéreos próprios do Estado para combater incêndios florestais.
O anúncio foi dado por Eduardo Cabrita, ministro da Administração Interna, esta terça-feira, 15 de Janeiro durante a Comissão de Agricultura e Mar realizada no Parlamento.
“O grupo de acompanhamento que envolve a Autoridade Nacional de Protecção Civil e a Força Aérea está a definir a necessidade de gradualmente, num horizonte até 2023, reforçar a componente dos meios próprios do Estado para aquisição”, disse.
Em 2019 espera-se um dispositivo com 61 aparelhos, mais cinco que no ano passado. A gestão e o comando destes meios aéreos de combate a incêndios é feita pela Força Aérea.
Desde 2018 estão contratados por dois anos, 22 meios aéreos e 35 estão em concurso público.
Da frota do Estado fazem parte actualmente três helicópteros ligeiros e seis helicópteros Kamov, que estão todos inoperacionais. O último deixou de funcionar há cerca de um ano.
De acordo com o Público, Eduardo Cabrita disse aos deputados que de momento estão ao serviço da Protecção Civil 14 meios aéreos.
“Temos 14 meios aéreos a operar, que são bem suficientes para Janeiro. Teremos já em Março, mais de duas dezenas de meios aéreos”, indicou o governante.

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